Zapatos Louboutin - Comprar Barato Christian Louboutin Para La Venta Christian Louboutin sapatos para homens

Zapatos Louboutin

que atañe a lo que albicans madera oscura hoja dejaro breitling-chronomat-evolution-rid-0.html. louboutin per gli uominin sin habla avatar escapar sin fin - El trío fue capaz de oír su voz, aunque tres de deliberadamente dejó el sonido.  Cuando la madera presentado avatar será reportado a las hojas de estas cosas albicans, él sonrió y dijo: "Realmente no s Precio De Los Zapatos Louboutin . Pero, si ella sabía era que él inadvertidamente hacia fuera y ser como la mente? Anteriormente, niño sale albicans cuestionando qué hacer. Siempre desaparecido. Desesperado, le dijo cosas acerca de Marisa. Y por niños Geni Wei igualmente "sin querer" se extendió la noticia, varias chicas contacto con él, entonces el cuidado buen vecino."  Bei Lante sabía que no podría haber sido atendidos Edward, sin mencionar específicamente a la par antes citado próximo otoño Li también entender su fuerza, para una clase al lado de St. Edward, pero él tenía mucha tranquilidad.  "No sé


Christian Louboutin sapatos para homens

em venda
Christian Louboutin para homens
fir louboutin

Christian Louboutin: "Faz parte do charme de Portugal os portugueses não se saberem vender"

Redação Lebelem |

BNNP742 Portugal Loubotin
(Foto: Gonçalo Rosa da Silva)


(Londres) - Da redação com O Sapo.pt O criador dos sapatos mais desejados do mundo, os míticos Louboutin, sempre com sola vermelha, passa três meses por ano em Portugal entre suas casas em Alfama (Lisboa) e Melides (Grândola). À agência Sapo, revelou que a cortiça portuguesa pode fazer parte da próxima coleção.


Louboutin fotografou um catálogo no Cais Palafítico da Carrasqueira, na Comporta, e mais recentemente escolheu Lisboa para apresentar a farda oficial da delegação cubana nos Jogos Olímpicos, que criou em parceria com a loja francesa Sporty Henri. “Se há um local que gosto mostrar às pessoas é Portugal”, revelou o designer, no terraço do Palácio Belmonte, em Lisboa, horas antes de partir para o refúgio no Alentejo.


Ele confessou ser longa a lista dos amigos a quem já apresentou o país e as maravilhas nacionais que o fascinam, como a arquitetura, os jardins e os “perigosos” azulejos. “Para mim são como uma droga. Adoro-os, mas são muito caros!”, lamentou o criador francês de 53 anos. Apesar do desgosto pelo “trabalho vergonhoso” na Herdade da Comporta, seu único problema com Portugal passa pelo nosso cobiçado peixe.


Sente que Portugal está na moda?

“Minha relação com Portugal é um pouco como a minha relação com os sapatos… Desenho sapatos há muito tempo, e agora se fala muito do lugar no imaginário feminino, mas eu não penso muito sobre isso. Na verdade, não compreendo muito bem essa excitação recente relativamente a Lisboa, porque sempre adorei a cidade”.


Tem uma casa em Alfama. Que tem Lisboa de particular?

“Lisboa tem praticamente todas as qualidades de uma capital sem ter os defeitos. A primeira qualidade são as pessoas, extremamente simpáticas. Além disso a cidade é belíssima, encontro todas as qualidades parisienses. Uma coisa de que gosto particularmente em Paris são os telhados, muito imbricados e cinzentos, eles refletem uma luz muito particular, lunar, fria. Na cidade lisbonense é o inverso, os telhados refletem uma luz colorida. É muito bonito e reflete feminino de Paris.


O que Portugal tem para oferecer a todos os novos artistas?

A qualidade de vida. Mas há uma coisa que só se descobre quando se vem a Portugal: a comida é deliciosa. Curiosamente, os portugueses não são muito bons para mostrarem o que têm de bom. Essa não é uma das suas qualidades, mas também não é um defeito. Prefiro pessoas discretas do que o contrário. Faz parte do charme deles não se saberem vender. São orgulhosos, porque gostam do seu país, mas nunca se põem na ponta dos pés, por causa disso, há muitas coisas que as pessoas desconhecem sobre Portugal.






Museu do Louvre ganha ” tapete voador”- Novo Departamento de Arte Islâmica

Nova ala externa expõe coleção de arte islâmica

 

Departamento de Arte Islâmica no Louvre © Philippe Ruault. Cortesia Musée du Louvre

Inaugura o Novo Departamento de Arte Islâmica no Museu do Louvre

 (Foto: Philippe Rualt)

Vinte e quatro anos após a inauguração da  pirâmide de vidro de I.M. Pei , o Musée du Louvre apresentou a sua segunda peça de arquitetura contemporânea no dia 22 de setembro ao público.

Departamento de Arte Islâmica no Louvre © Raffaele Cipolletta. Cortesia Mario Bellini Architect

O novo Departamento de Arte Islâmica é projetado pelo arquiteto milanês  Mario Bellini  e seu colega francês   Rudy Ricciotti , que ganhou a comissão através de um concurso internacional em 2005. Semelhante a IM Pei, a dupla criou uma iluminação natural, espaço da galeria subterrânea sob um telhado de vidro ondulado, dentro do pátio histórico da Cour Visconti.

Les architectes

Ruddy Ricciotti :  Né à Alger en 1952 et installé à Bandol-sur-Mer, cet ingénieur et architecte connu pour son franc-parler et son esprit de provocation, à qui l’on doit le Stadium de Vitrolles (salle de concert en forme de bunker de béton noir), a actuellement en projet le musée des Civilisations d’Europe et de Méditerranée à Marseille et va inaugurer prochainement  les Grands Moulins de l’université Paris VII  ( voir le dossier )

Mario Bellini : Né en 1935 à Milan, où il est basé actuellement, ce designer et architecte est le créateur du Tokio design center au Japon, de la National Gallery of Victoria à Melbourne (Australie), du Pôle Urbain de la Foire de Milan, de deux théâtres et d’un futur Musée à Bologne (Italie).

 

La conception des nouveaux espaces a été confiée à Rudy Ricciotti et Mario Bellini. Photo AFP

Le voile recouvrant les futures collection des Arts de l’Islam dans la cour Visconti du Louvre. Image © Musée du Louvre/R. Ricciotti & M. Bellini

Illustration du futur espace dédié au département des Arts de l’islam, au musée du Louvre ©Mario Bellini/Rudy Ricciotti

Mario Bellini visitando o Departamento de Arte Islâmica, Louvre © cortesia arquiteto Mario Bellini

Escavado a uma profundidade de 12 metros, os 2800 m² da galeria em plano aberto se tornou a nova casa da prestigiosa coleção do Louvre de Arte Islâmica. O nível inferior da galeria e sua escultórica escada são compostos de um concreto especial preto encerado, proporcionando um forte contraste com o telhado de vidro aparentemente flutuante e as paredes do perímetro quase invisíveis de vidro.

Departamento de Arte Islâmica no Louvre © Philippe Ruault. Cortesia Musée du Louvre

Um dos grandes desafios do projeto foi criar uma adição contemporânea que poderia respeitosamente coexistir com as fachadas circundantes do existente, do século 18, Cour Visconti.

Bellini descreve, “A solução foi um foulard que ondula como se estivesse suspenso no espaço pelo vento, quase tocando o chão do pátio em um ponto, mas sem onerar totalmente ou contaminar as fachadas históricas.”

Ele argumenta ainda: “Obviamente, há referências a tapetes voadores, véus islâmicos ou música arábica. Simplesmente um respeito profundo para a coleção islâmica, combinada com um conhecimento pessoal (adquirida durante o curso de numerosas viagens) de seu contexto geográfico e cultural”.

 

O “véu enorme” é construído em uma rede de forma livre de 8.000 tubos de aço e vidro duplo isolante, envolta numa malha de alumínio ouro e prata. Painéis triangulares formam uma colmeia em alumínio polido e também são integrados à estrutura flutuante para refratar as imagens externas e luz difusa.O telhado pesa um total de 120 toneladas, com uma espessura variando de 20 centímetros a 1,50 metros e uma altura máxima de 8 metros. É apoiado por oito pilares “retos” e “ligeiramente inclinados” que acentuam a sensação de leveza.Realmente quem passar pelo  Louvre ,  a partir deste mês, poderá experimentar a sensação de estar dentro das lendárias histórias das Mil e Uma Noites

O novo espaço promete rivalizar com a pirâmide de vidro instalada por I.M. Pei em 1988 pela atenção dos visitantes. Projetada pela dupla franco-italiana de arquitetos , a rede que constitui a cobertura é composta por 8 mil tubos de aço e de vidro, sobrepostos por um véu de metal dourado. Por baixo do “tapete”, o visitante tem a chance de observar as obras da exposição – pertencentes ao acervo do museu –, dispostas em caixas de vidro transparentes. De lá, uma escada leva ao segundo subsolo da mostra – tanto ela quanto os pilares e as paredes do andar foram revestidos com uma camada de 2,5 cm de espessura de concreto preto, produzidos especificamente para o projeto.

Para a realização da obra, o pátio precisou ser escavado até cerca de 40 m, com o cuidado de não alterar as fundações originais do palácio. “No final da obra, praticamente colocamos as artes islâmicas sobre um pedestal, criando assim, um diálogo natural entre o novo departamento e as antigas construções. Isso porque queríamos multiplicar as possibilidades de interação entre as fachadas existentes e a moderna estrutura flutuante para forçar uma convivência respeitosa”, explica Ricciotti.

 (Foto: Philippe Rualt)

 

 (Foto: Philippe Rualt)

 

 (Foto: Philippe Rualt)

 

 (Foto: Philippe Rualt)

 

 (Foto: Philippe Rualt)

Agora vou postar uma série de fotos © cortesia arquiteto Mario Bellini

 

Quand les Arts de l’Islam volent la vedette à la Joconde

Segue um texto de dois estudantes da Escola do Louvre  que foram visitar a exposição

Tout récemment, le nouveau Département des Arts de l’Islam ouvrait ses portes au public, un événement important que nous nous devions de vous présenter. Pourquoi ? Parce que les collections françaises – et surtout celles du Louvre – sont d’une richesse exceptionnelle dans ce domaine.

Le département voit le jour en 2003, mais le chantier commence en 2008. Ce sont les architectes Rudy Ricciotti et Mario Belini qui s’en chargent : ils aménagent un espace à deux niveaux qu’ils couvrent d’une « aile de libellule », une couverture de verre fragmentée par une armature en métal doré qui permet d’utiliser au mieux la lumière naturelle. Un véritable tour de force technique, puisque la structure s’épanouit en pleine cour Visconti, dont les façades ont été restaurées. La collection comporte plus de 14 000 objets auxquels s’ajoutent les 3 500 œuvres déposées par le musée des Arts Décoratifs. Eh oui, on vous a dit qu’il s’agissait d’une richesse exceptionnelle…

 Mais ce désir d’intégrer les arts de l’Islam au Louvre n’est pas tout récent. Faisons un petit point d’histoire. Déjà en 1893, une section consacrée aux « arts musulmans » est ouverte, mais c’est grâce à deux conservateurs – Gaston Migeon et Emile Molinier –, que les collections deviennent de plus en plus importantes, jusqu’au legs de la baronne Delort de Gléon en 1912. Undépartement des arts asiatiques est ensuite créé en 1932, qui intègre des objets d’art islamique. Néanmoins, les collections d’Extrême-Orient sont transférées au musée Guimet en 1945, et les arts de l’Islam sont présentés en fin de section au Département des Antiquités Orientales. Enfin, en 1993 avec le projet du Grand Louvre, les œuvres sont présentées dans un espace à part de 1000 m². Aujourd’hui, le département fait 3000 m²

Le département entend présenter les différentes réalisations artistiques des débuts de l’Islam au VIIe siècle jusqu’au XIXe siècle, des arts décoratifs aux éléments d’architecture, des tapis aux armes. Le monde islamique est vaste, très vaste, et a constamment bougé au fur et à mesure du temps, et le parcours cherche à confronter des pièces de provenances différentes, afin que le visiteur puisse remarquer que sous cette apparente homogénéitése cachent de nombreux particularismes régionaux.

Une fois les présentations faites, il nous reste tout de même à vous dire ce que l’on a pu penser de tout ça ! 

Aurore :Avant même de pénétrer dans ce nouveau département, la surprise est totale. Et oui, on a eu la chance d’entrer dans ce nouvel espace par les quais de Seine, et on est donc passé par une de ces nombreuses cours du Louvre toujours fermées au public. Les fontaines zoomorphes sont en marche. Quant aux arts de l’Islam, l’enchantement est complet. Nous, étudiants de l’Ecole du Louvre . Deux approches possible : flâner au milieu des pièces en appréciant les bijoux de modernité que sont les films explicatifs, les cartes des civilisation, en couleur et animées s’il vous plait ; ou bien vous y mettre à fond et découvrir douze siècles de créations. Si vous choisissez cette deuxième option, emmenez un petit goûter, car c’est dense. Néanmoins, le musée du Louvre possède une collection exceptionnelle (une des plus riches au monde) et ce nouveau département est à la hauteur des objets qu’il renferme. Un seul conseil : courrez-y.

Grégoire : Je ne vais pas être original, mais j’ai adoré. A peine arrivé, on pénètre sous cette tente-libellule-crêpe qui surprend, séduit, et rappelle les dunes des déserts orientaux. Pour rester dans le cliché, on aimerait presque faire la visite avec un thé à la menthe. Blague à part, hormis le fait que les œuvres qui sont splendides (on vous l’a répété 100 fois), il faut dire la muséographie fait la part belle à la pédagogie – chaque vitrine accueille un texte qui développe un thème précis – et aux nouvelles technologies. En effet, les écrans tactiles sont partout, des spots dessinent des lettres arabes sur les murs, des panneaux de verre vous racontent des poèmes.  Des plaques de verre sont fichées dans le sol, et diffusent, sans aucun haut-parleur (le son étant créé par les vibrations de la matière), des enregistrements. C’est assez bluffant, et c’est français, alors on en est fierL’espace est idéal : gigantesque, aéré et ouvert, il joue sur les contrastes entre lumière naturelle et lumière artificielle, entre ambiance dorée et pénombre profonde, ce qui ne manque pas de mettre en valeurs les reflets des pièces d’orfèvrerie et autres céramiques à lustre métallique.

tapete voador sobre o Louvre

fontes:

http://www.archdaily.com.br

http://casavogue.globo.com/Arquitetura/noticia/

http://www.nossoarmario.com http://icce.com.br http://interpamblog.com.br http://www.arch2o.com/le-louvre-islamic-art-rudy-ricciotti-and-mario-bellin http://www.lemoniteur. http://cestlepointc.wordpress.com

Read more...

Intouchables

 

Intouchables ( Intocáveis ) é um filme  francês  de  comédia dramática , escrito e realizado por  Olivier Nakache  e  Éric Toledano , com  François Cluzet  e  Omar Sy  nos principais papéis. O filme aborda a relação de um multimilionário tetraplégico e do seu peculiar auxiliar de enfermagem, baseado no livro autobiográfico de  Philippe Pozzo di Borgo , Le Second souffle.

Foi o filme mais visto na  França  em 2011 e é o mais rentável filme francês da história. O dinheiro arrecadado com a venda dos direitos de autor da adaptação do livro ao cinema, cerca de  US$  650 mil, foram doados a uma associação de ajuda a deficientes físicos.

Sinopse:

Philippe, um refinado multimilionário tetraplégico francês, precisa de um auxiliar de enfermagem para o auxiliar nas suas atividades rotineiras. O contratado é Driss, um senegalês que vive nos subúrbios de Paris, que acaba de cumprir uma pena de seis meses de prisão e que não tem qualquer formação para o cargo.

A fita sensação francesa remete-nos a história de Driss (Omar Sy), um jovem que vive num bairro social de Paris, submete-se ao trabalho de auxiliar de um aristocrata tetraplégico, Philippe (François Cluzet). Apesar da diferença e dos mundos em que ambos vivem, desenvolve entre os dois uma duradoura e forte amizade.

 

Porém, o filme não funcionaria no seu todo se Omar Sy e François Cluzet não apresentassem desempenhos convincentes, carismáticos e principalmente uma química notável entre ambos. Os momentos em que os dois partilham a tela e vivem situações agradáveis (como também as menos agradáveis) já se encontram entre as sequências mais deliciosas e incontornáveis deste ano cinematográfico. Uma surpresa agradável que une drama e comédia em plena sintonia e que nos fazem sair da sala de cinema com um sincero sorriso estampado nos lábios.

“Intocáveis” é o maior sucesso de bilheteria do cinema francês. Saiba por que vale a pena vê-lo

 Intocáveis trata da amizade entre um tetraplégico e seu cuidador Intocáveis trata da amizade entre um tetraplégico e seu cuidador

“Intocáveis” conta a história de um tetraplégico riquíssimo (Philippe, papel de François Cluzet) que contrata um negro da periferia de Paris (Driss, interpretado por Omar Sy) para ser seu cuidador. A rotina inclui alimentar Philippe, retirá-lo da cama, limpar, dar banho, levar para passear… Um é culto e comedido, adora Vivaldi e coleciona obras de arte. O outro ignora protocolos e acabou de sair da prisão. Prefere ouvir Earth, Wind & Fire e acha bizarro o fato de “borrões” numa tela custarem tão caro. Philippe está deprimido, Driss é debochado. Apesar das diferenças, os dois se tornam grandes amigos e acabam transformados.É o tipo de roteiro que suporta doses de drama, piedade e clichê, como tantas vezes vimos acontecer no cinema. Eis que a primeira sequência do filme termina com os protagonistas enganando a polícia francesa, graças à cadeira de rodas de Philippe e a um ataque do coração forjado. A sensação é de alívio – apesar do tema, “Intocáveis” escapa da comiseração e tem muito humor.

Poderia até ser considerado politicamente incorreto, tantas são as piadas centradas na condição de deficiente
. Mas esse julgamento logo se desfaz. Abandonando a própria noção de corpo e amargurado na medida certa, Cluzet evidencia o que Philippe menos deseja: a pena alheia. Assim, por mais chocante que possa parecer a alguns, é ótimo que Driss faça troça porque o patrão só tem orgasmos quando tocam suas orelhas ou faça nele bigodes ridículos dos quais ele jamais poderá se livrar sozinho. É um exercício de generosidade. Quando damos conta, estamos cativados pela dupla, agora formada por iguais, e torcendo para que os dois deem cabo de seus fantasmas.

Driss apresenta novas possibilidades ao amargurado Philippe Driss apresenta novas possibilidades ao amargurado Philippe


Para além da graça e da sensibilidade, existe um tanto de redenção no filme, temática que os americanos adoram, muito mais que os europeus. É isso possivelmente que justifica a marca alcançada recentemente: ”Intocáveis” é o filme de língua não inglesa mais visto nos Estados Unidos. De acordo com a assessoria de comunicação da California Filmes, que distribui a produção,Madonna alugou um cinema inteiro para exibi-lo.

Provoca curiosidade também por ser baseado numa história real. Philippe Pozzo di Borgo, herdeiro de uma importante família da aristocracia francesa, sofreu um acidente de parapente e ficou tetraplégico. Tinha um casamento feliz, apesar da tragédia, mas perdeu a mulher de septicemia anos depois. Acaba conhecendo o argelino Abdel Sellou e, por causa dele, consegue juntar os cacos e reconstruir a própria vida.

Omar Sy cativa absurdamente como Driss Omar Sy cativa absurdamente como Driss

“Venho do mesmo subúrbio desprivilegiado de Paris que Driss, e também sou filho de imigrantes. Geralmente, quando vemos personagens com esse histórico representados no cinema, eles possuem uma atitude muito negativa. Essa foi a primeira vez que vi algo diferente, alguém sendo representado por contribuir positivamente para a história e para o mundo”, diz Sellou, que publicou um livro de memórias chamado “Você Mudou a Minha Vida” (editora Record).

Se você está com a impressão de que o filme tem tudo para ser carregado de autoajuda, está certo. Mas a grande surpresa é que, por conta de uma direção sóbria e atores extraordinários, “Intocáveis” conta uma bela história sem pieguice.

Intocáveis – Trailer legendado

O livro foi lançado em 2001 na França como Le Second Souffle, inspirado na história real de Philippe Pozzo Di Borgo, um rico empresário tetraplégico.

Le livre est sorti, il a eu un succès plus que raisonnable. Dans son émission de France 3, Mireille Dumas a reçu Philippe et Abdel, celui qu’on appelle son “auxiliaire de vie”… Abdel, c’est la vie, oui. Mais pas vraiment auxiliaire.

Tout cela, c’était il y a dix ans. Aujourd’hui, Philippe Pozzo di Borgo, c’est François Cluzet dans “Intouchables”. Et Abdel, que Phlippe appelle son “diable gardien”, c’est Omar Sy. La France entière les découvre et les aime. On fait la queue devant les 500 salles où le film est distribué, on rit pendant la projection, on applaudit à la fin. Et on pense à ce drôle de duo, longtemps après être sorti de la salle.

Saiu também o livro de Abdel Sellou:  Você mudou a minha vida

Resumo: Abdel Sellou havia acabado de sair da prisão quando foi contratado como auxiliar de enfermagem por Philippe, um milionário que ficara tetraplégico. A partir daí surge a mais improvável das amizades, que mudará para sempre a vida de ambos. Sellou, que até agora havia permanecido reservado, conta em Você Mudou Minha Vida, sua surpreendente versão de sua fabulosa aventura, ao mesmo tempo uma lição de vida e uma narrativa engraçada e comovente.

Autor: Sellou, Abdel
Editora: Record

Esse livro foi escrito pelo Abdel. Ele conta a sua história desde criança, até encontrar Phillipi. Uma amizade que mudou a vida dos dois. O livro como sempre, conta mais detalhes, e é bem divertido.

fontes:

http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt

http://flaviakitty.com/blog

http://www.colheradacultural.com.br/

Read more...

Paris se rende ao design dos irmãos Campana

Eles começaram criando peças artesanais com conchas e material reciclado, e pouco a pouco alcançaram a fama: agora, Humberto e Fernando Campana têm Paris aos seus pés com uma exposição e uma suíte criada no hotel Lutetia, um dos mais seletos da Cidade Luz. 

O design brasileiro dos irmãos Campana –  entrevista  31/08/2012

Intitulada “Irmãos Campana: Barroco Rococó” (Les frères Campana, Barroco Rococó“) a exibição no Museu de Artes Decorativas , acontece até 24 de fevereiro e é a primeira em um museu francês da dupla de designs,que já expôs no MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York) e em museus da Alemanha. 

 

 

 

Les frères Campana s’installent à Paris

 

A dupla, formada por Humberto, de 59 anos e advogado de formação, e Fernando, de 51 e arquiteto, recebeu das mãos do chanceler francês Laurent Fabius, o Prêmio Colbert 2012, concedido por 75 grandes marcas de luxo francesas e 13 instituições culturais. 

As homenagens e reconhecimentos mundiais não parecem ter mudado o foco de simplicidade da dupla, que há trinta anos recolhia conchas na praia para colocar em quadro e espelhos e vender em sua caminhonete. 

“Entrar em um museu parisiense e criar uma suíte no Lutetia é realizar um sonho”, disse Fernando Campana em uma entrevista no próprio hotel. 

O Brasil, sua natureza, sua fauna, flora, suas cores, ruas, sua mestiçagem, é a fonte constante de inspiração dos Campana, que ficam conhecidos em 1991 com a cadeira “Favela”, executada em pequenos pedaços de madeira, que mais de uma década depois foi produzida em série pela marca italiana Edra. 



“O Brasil continua sendo sempre uma grande inspiração, porque é um continente muito rico”, disseram os Campana, que para a Galeria de Atualidade do Museu de Artes Decorativas criaram uma cenografia em fibra de coco e usaram o bronze em candelabros adornados com crocodilos, bambú e peles. 

A dupla também se inspira no barroco brasileiro, segundo os próprios designs. “Mas a exposição é mais uma homenagem à Roma”, disse Humberto. 

“Passamos praticamente a metade do tempo fora do Brasil”, explicou Humberto, acrescentando que, para a exposição parisiense, ficou vários meses na capital italiana, no ateliê de um ourives romano. 

“Porque o que nos interessa é essa liberdade de poder trabalhar com aquilo que sempre sonhamos, trocando nossas experiências e a tradição da Europa”, disse. 

Ver a suíte do hotel Lutetia, em tons de verde vegetal e com um espesso tapete em tons de marrom, que não só cobre o piso mas também a cabeceira da cama, é quase como por os pés no Brasil. 

Como vocês tiveram a ideia dessa suíte em um hotel?”

“Sempre sonhei em me hospedar no Lutetia, mas não tinha os meios. Quando viemos no ano passado, convidados pelo Museu d’Orsay, para quem criamos a Cafeteria do Relógio, nos hospedamos aqui e nos apaixonamos pelo ambiente intelectual, artístico do hotel”, disse Fernando. 

“Vimos que havia aqui suítes criadas por artistas como David Lynch, e isso me fez sonhar. Logo depois o hotel entrou em contato conosco e pediu que criássemos uma”, lembrou. 

Os irmãos, que cresceram em Brotas, a 250 quilômetros de São Paulo, em um sítio cheio de árvores frutíferas e rodeado de cascatas, disseram que para a suíte buscaram recriar seu “universo brasileiro”. 

“Temos uma vivência muito grande do campo brasileiro, do interior de São Paulo. Mas ao mesmo tempo queríamos respeitar o ambiente e a tradição do hotel”, observou Humberto Campana. 

“Queríamos dar um ar vegetal. Partimos do piso, que representa um campo florescido, com as paredes em verde claro e cortinas que filtram a luz”, disse Fernando. 

“Tudo foi feito com elementos que tem uma referência orgânica, como as cadeiras ’leather box’, feitas com 400 pedaços de couro, de textura diferente ou as lâmpadas com forma de cogumelos”, explicou. 

Os Campana, que estão cheios de projetos e sonhos, também confeccionam peças de joalheria, fazem design de interiores e roupas, brincando no limite da arte e do artesanato, do comum e do luxo barroco. 

“Queremos criar pontes, com processos artesanais que estão fragilizados na sociedade. Tentamos valorizar e resgatar processos manuais e comunidades de artesãos que trabalham para nós”, concluíram os irmãos, cujas peças figuram em grandes coleções privadas e museus. 

Les frères Campana: “Barroco Rococo”

 Du 13 septembre 2012 au 24 février 2013

” Fernando Campana (né au Brésil en 1961) et Humberto Campana (né au Brésil en 1953), respectivement architecte et avocat de formation, se sont associés en 1983 pour créer une œuvre singulière qui utilise des matériaux et des techniques à priori inhabituels dans l’univers du design. Depuis leur atelier de Sao Paulo, véritable laboratoire artisanal, Fernando et Humberto Campana conçoivent un design « tiré de la rue », à mi-chemin entre l’Arte Povera et la production industrielle d’objets de design, et ont pour matériaux de prédilection des objets de récupération.

 

2011_Fernando_e_Humberto_Campana_c_Nikkos_Kokkas-a833b.jpg   a71b65d4ba92fbf479141d561404afc4.jpg

 

La culture du Brésil est leur principale source d’inspiration : la diversité des influences, la mixité sociale, l’économie de moyens et l’artisanat. Les premières réalisations sont celles d’Humberto : il s’agit de pièces artisanales comme des cadres de miroirs réalisés en bois et en coquillages (« Sans titre », 1977, collection particulière, Sao Paulo) et des paniers en bambou aux formes et techniques volontairement imparfaites et imprécises. Humberto et Fernando intitulent même leur première collection « Inconfortable », un ensemble de chaises très lourdes et peu fonctionnelles, présenté dans une galerie de Sao Paulo en 1989.

 

_MG_9945_750-a29b7.jpg

 

37a059c7b54f1b545fe55ba0e6b0b718.jpg

 

Toutes les pièces (des lampes, des chandeliers, des tables ou des sièges) sont donc d’inspiration baroque, faites à partir de moulages en bronze doré d’éléments décoratifs anciens, puisant dans un répertoire iconographique des XVII e -XVIII e  siècles. Ainsi, la torsion de la base de l’un des chandeliers est non seulement un élément formel du vocabulaire artistique des Campana, mais est également une référence directe au mouvement ascensionnel en torsion de nombreuses sculptures du Bernin dont celles de la Fontaine des Quatre Fleuves (1648-1651).

 

155c8069c396b3bb7a503c3ffdf281a5.jpg   35d7bd18255abda434c6c3c11a8da255.jpg

 

Les éléments moulés sont ensuite « pervertis », selon l’expression des deux frères, pour aboutir à une création insolite utilisant des matériaux nobles comme le marbre de Carrare et le bronze. Ils cherchent à faire « de l’archéologie recomposée » à partir de ces éléments qui sont « désorganisés de façon à obtenir un collage personnel, un assemblage d’éléments recomposés en une forme nouvelle », parfois volontairement imparfaite, résultant de l’imagination foisonnante des Campana.

 

729d1311cb340a4a1ba071910ad7368d.jpg   Croqui_F_4-1e70f.jpg

 

Les pièces sont façonnées dans un atelier romain spécialisé dans le travail du bronze et du marbre et selon la plus pure tradition des techniques artisanales d’orfèvrerie. Chaque œuvre est produite en série très limitée. A propos de ce travail, les Campana se plaisent à dire : « Le vrai luxe est celui d’avoir l’opportunité de travailler sur des projets qui permettent de faire des prototypes sans devoir répondre aux exigences de l’industrie ».

 

fetch_UID_-7-a0634.jpg   fetch_UID_-14-43b1a.jpg

 

Anhanguera-sofa-2_750-cea61.jpg   M-2010-0516-JT-56c58.jpg

 

La galerie d’actualité des Arts Décoratifs poursuit la programmation d’expositions consacrées aux designers contemporains et donne, du 13 septembre 2012 au 24 février 2013, carte blanche aux frères Fernando et Humberto Campana, designers brésiliens célèbres pour leurs réalisations insolites, leurs détournements et recyclages d’objets. Leurs créations éclectiques, iconoclastes et exubérantes ont pour toile de fond l’atmosphère vibrante de leur pays d’origine. Révélés grâce aux éditeurs italiens Edra, Fontana Arte et Alessi et à l’occasion de collaboration avec la Maison Bernardaud et Lacoste, ils sont devenus en quelques années les ambassadeurs incontestés du design brésilien.

 

Les Arts Décoratifs – galerie d’actualité 
107 rue de Rivoli
75001 Paris
Tél. : 01 44 55 57 50

du mardi au dimanche de 11h à 18h

 

http://www.lesartsdecoratifs.fr

 

Irmãos Campana  no Hotel Lutetia

  Suíte dos Campana no Hotel lutetia de Paris

 

Primeiro foi David Lynch. O cultuado cineasta norte-americano assina no hotel Lutetia, em Paris, uma suíte que abriga suas criações, algumas aquarelas, fotos e litografias inspiradas em suas estadias na capital francesa.

Agora é a vez dos irmãos Campana. A dupla de designers brasileiros inaugurou, em setembro, a suíte “Fernando & Humberto” no icônico hotel de Saint-Germain-des-Prés. O Lutetia é o primeiro hotel art déco da capital francesa, fundado em 1910, onde se hospedaram celebridades e grandes nomes da arte mundial como Matisse, Andre Gide, Antoine de Saint-Exupéry e Picasso. “Criamos um ambiente contemporâneo dentro do espírito do hotel”, resume Fernando Campana.

 

O mobiliário, desenhado pela dupla, segue a paleta de verdes e marrons: destaque para as poltronas da italiana Edra, elaboradas com um patchwork de 400 peças de couro cada uma.

O carpete indiano (feito à mão), desenvolvido pela italiana Nodus sobe pela parede da cama, e os cartazes feitos a partir de colagens do catálogo da exposição “Anticorpos” (2009) , realizada pelos designers no Vitra Design Museu na Alemanha.Vêm também da Itália as luminárias Amanita, produzidas pela Alessi. O Brasil enviou as almofadas desenhadas pelos designers inspiradas em curvas e formas dos répteis, produzidas pela Trousseau.

 

O toque de brasilidade vem acrescido de um ar cosmopolita já que foram utilizados produtos de vários países como os carpetes Sushi 2, criados a partir de desenho dos artistas pela empresa indiana Nodus.

A suíte Fernando & Humberto é a segunda do Lutetia projetada por brasileiros, a primeira foi a Latino Americana de Vik Muniz.  Com estilo clássico contemporâneo e ênfase em tons verdes e marrons o projeto utilizou a mobília que já existia customizando-a segundo essa cartela de cores. 

Hôtel Lutetia
  - 45, boulevard Raspail – 75006 Paris

Para quem desejar conhecer melhor os irmão Campana, assistam este video que mostra toda a história deles.

Irmãos Campana: do design à arte – Documentário SESCTV

fontes:

http://www.bitsmag.com.br -Escrito por Beth Ferreira

http://www.dzai.com.br - Por Ana María Echeverría
Fotos: AFP PHOTO / FRANCK FIFE

http://gq.globo.com/estilo/irmaos-campana-inauguram-suite-no-hotel-lutetia-em-paris/

http://www.actuart.org/article-les-freres-campana-barroco-rococo-110187318.html

 

Read more...

David Lynch desenha suíte no Lutetia e um clube de Paris tem a sua grife

David Lynch desenha suíte no Lutetia

Cineasta empresta seu estilo ao hotel de Paris

 (Foto: divulgação)

É na rive gauche, no bairro parisiense de Saint-German-des-Près, que fica o secular  Hotel Lutetia .

HOTEL LUTETIA  * * * *

45, boulevard Raspail | 75006 Paris | France | Tel: +33 (0) 1 49 54 46 46

http://www.lutetia-paris.com

Estada temporária de grandes artistas, o local deu carta branca a um de seus hóspedes mais frequentes – o cineasta David Lynchpara reformar o quarto de número 603, renomeado de Suíte 111, onde o próprio fica hospedado sempre que vai à cidade.

Apaixonado pela capital francesa, Lynch diz que sua suíte é uma ode às mulheres que residem em Paris. O multifacetado artista, que há pouco tempo  inaugurou uma casa noturna na cidade , inspirada no Club Silencio de seu filme Mulholland Drive, diz: “Tudo o que é feito pelos franceses, eu afirmo, é uma expressão da arte”.

De uma forma mais moderna e menos assustadora do que em seus aclamados filmes, o diretor dá seu toque de erotismo, fantasia e sonho ao quarto, que mantém o tradicional estilo parisiense com uma forte mistura de madeiras escuras e texturas aveludadas. Além disso, o ambiente conta com litografias e esculturas criadas pelo próprio diretor em uma oficina de arte de Montparnasse, por onde já passaram grandes artistas como Picasso, Giacometti, Matisse e Chagall.

Em todo o quarto, fica implícito o estilo surrealista de Lynch. Ali, apaixonados por cinema poderão sentir os ares dos filmes e das séries já criados pelo diretor, fotógrafo, artista, designer, escultor e pintor americano.

 (Foto: divulgação)

 

 (Foto: divulgação)

 (Foto: divulgação)

 (Foto: divulgação)

 (Foto: divulgação)

 

 (Foto: divulgação)

 

 (Foto: divulgação)

CLUBE EM PARIS TEM GRIFE DE DAVID LYNCH

  Club Silencio ,  142 rue de Montmartre, Paris

O cultuado diretor de cinema norte-americano  David Lynch   assina o projeto de interiores da mais nova casa noturna de Paris, o Club Silencio. Ali, tanto o espaço quanto o nome são inspirados em uma boate que fazia parte de seu filme